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Poema para o menino esquecido. PDF Imprimir E-mail
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Escrito por João-Francisco Rogowski   
Seg, 22 de Dezembro de 2008 17:43

 



NATAL

 

É natal, batem os sinos em Belém...

Tudo é festa e alegria,

presentes, olhos brilhantes,

crianças eufóricas em correria.


É natal,

Os sinos batem em Belém,

Pulsam lentos corações como sinos cansados,

Aqui, ali e muito além...


Corações sofridos,

de crianças sem rosto e sem nome,

Batem fracos, como sinos mudos,

Os corações das crianças que passam fome.


Em Belém nasceu o Deus Menino,

Aos homens ensinou a dividir o pão.

Pregou o amor e a justiça, talvez, em vão,

Pois, ainda hoje, crianças morrem de inanição.


É natal,

E eu te peço Senhor, misericórdia para toda criança,

De qualquer lugar do mundo,

Que vive faminta e sem esperança.


Te peço perdão meu Deus,

Pela minha omissão,

enquanto os sinos batem

silencia um pequeno coração.


Abençoa Senhor

o pequenino com olhar enternecido,

compaixão eu te imploro,

para o menino esquecido.


É natal !

 

 

 


JOÃO-FRANCISCO ROGOWSKI
Dezembro 2008

rogowski@sapo.pt


Poem of Christmas where the poet J. Francico Rogowski criticizes the hypocrisy of society that celebrates the birth of Christ, but not practicing the teachings Christians. While some fill of food at a Christmas dinner, thousands of children die from hunger worldwide.
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Poem Bo?ego Narodzenia, w którym poeta J. Francico Rogowski krytykuje hipokryzj? spo?ecze?stwa obchodzi narodzin Chrystusa, ale nie praktykuj?cy nauk? chrze?cijan.

É PERMITIDA A REPRODUÇÃO DESDE QUE CITADA A FONTE.

(Fonte: Revista A Gruta da Poesia / Canal Eletrônico)

(*) Autor membro do portal CEN, sociedade literária para difusão da cultura lusófona, com sede em Lisboa.